Siga o Curso de Administração

Mostrando postagens com marcador balança comercial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador balança comercial. Mostrar todas as postagens

10 de março de 2011

BRASIL RECEBEU US$ 7,419 BILHÕES EM FEVEREIRO

   O fluxo de dólares para o Brasil continua forte e fechou fevereiro com um ingresso líquido de US$ 7,419 bilhões, informou hoje o Banco Central (BC). Na primeira semana de março, até o dia 4, o ingresso líquido de dólares já chega a US$ 1,424 bilhão. No acumulado do ano até o dia 4 de março, o ingresso de dólares já soma US$ 24,356 bilhões. Esse fluxo da moeda americana, em menos de três meses, já é superior ao volume registrado de todo o ano passado, quando o BC informou um saldo positivo de US$ 24,354 bilhões.
   O fluxo financeiro - que contabiliza investimentos, remessas de lucros, empréstimos, entre outros itens que não fazem parte da balança comercial - apresentou em fevereiro saldo positivo de US$ 7,918 bilhões, resultado de entradas de US$ 32,125 bilhões e saídas de US$ 24,208 bilhões. O fluxo comercial, por outro lado, fechou o mês passado negativo em US$ 498 milhões, com exportações de US$ 14,670 bilhões e importações de US$ 15,169 bilhões. Em fevereiro do ano passado, que teve 18 dias úteis, o fluxo cambial foi negativo em US$ 399 milhões.
Fonte: ZH Dinheiro

9 de março de 2011

MERCADO REDUZ PROJEÇÃO DE CRESCIMENTO DO PIB EM 2011

   O mercado financeiro reduziu levemente a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2011, de 4,30% para 4,29%, segundo o boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central (BC). Para o ano que vem, a projeção para o crescimento da economia seguiu em 4,50%. A estimativa para o crescimento da produção industrial em 2011 seguiu em 4,10%. Para 2012, a projeção para a expansão da indústria subiu de 4,60% para 4,85%.
   O mercado financeiro também alterou levemente a previsão da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011. A expectativa para a inflação neste ano caiu de 5,80% para 5,78%, mas ainda em um patamar distante do centro da meta de inflação, que é de 4,50% para o ano. A meta tem margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo. Os analistas subiram a projeção para a inflação em 2012 de 4,78% para 4,80%. O mercado manteve em 0,49% a previsão para o IPCA de março de 2011, de acordo com a Focus.  
Juros e dólar:
   De acordo com a pesquisa Focus, os analistas também mantiveram a previsão para a Selic (a taxa básica de juros da economia) para o fim de 2011, em 12,50% ao ano. Hoje a taxa está em 11,75% ao ano. A projeção para a Selic no fim de 2012 seguiu em 11,25% ao ano. Para o mercado de câmbio, os analistas preveem que o dólar encerre 2011 em R$ 1,70, o mesmo patamar estimado na semana anterior. A projeção do câmbio médio no decorrer de 2011 caiu de R$ 1,70 para R$ 1,69. Para o fim de 2012, a previsão para o câmbio passou de R$ 1,79 para R$ 1,77.
Contas externas:
   O mercado financeiro alterou a previsão para o déficit nas contas externas em 2011. A previsão para o déficit em conta corrente neste ano passou de US$ 66,25 bilhões para US$ 65,50 bilhões. Para 2012, o déficit em conta corrente do balanço de pagamentos estimado subiu de US$ 70,00 bilhões para US$ 74,40 bilhões. Já a previsão de superávit comercial em 2011 seguiu em US$ 13,00 bilhões. Para 2012, a estimativa para o saldo da balança comercial manteve-se em US$ 7,85 bilhões. Analistas mantiveram a estimativa de ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) em 2011, de US$ 42,00 bilhões. Para 2012, a previsão segue em US$ 43,85 bilhões.
Fonte: Agência o Estado

3 de março de 2011

BALANÇA COMERCIAL DE FEVEREIRO REGISTRA RECORDE

   As exportações de US$ 16,733 bilhões registradas em fevereiro de 2011 foram recorde para o mês na série histórica. O mesmo ocorreu com as importações, que chegaram a US$ 15,534 bilhões, e, portanto, com a corrente de comércio (a soma das exportações e importações), que foi de US$ 32,267 bilhões. Os recordes também se repetiram na análise do primeiro bimestre do ano (exportações de US$ 31,947 bilhões, importações de US$ 30,325 bilhões e corrente de comércio de US$ 62,272 bilhões). O superávit bimestral (US$ 1,622 bilhão) também foi o melhor dos últimos três anos, (US$ 210 milhões em 2010 e US$ 1,231 bilhão em 2009).

Exportações
   No acumulado de janeiro a fevereiro de 2011, os três grupos de produtos registraram crescimento em relação ao mesmo período de 2010: básicos (47,5%), semimanufaturados (21,6%) e manufaturados (10,8%). Com relação à exportação de produtos básicos, houve crescimento na receita de trigo em grão (281,7%), minério de ferro (129,7%), milho em grãos (92,2%), café em grão (63,8%), carne de frango (26,5%), petróleo em bruto (20,5%), farelo de soja (13,7%) e carne bovina (5,1%). Dentro dos semimanufaturados, os maiores aumentos foram nas vendas de óleo de soja em bruto (244,3%), ferro fundido (156,9%), semimanufaturados de ferro e aço (77,2%), ferro-ligas (46%), ouro em forma semimanufaturada (28,3%), couros e peles (19,2%) e celulose (9,3%). No grupo dos manufaturados, os principais produtos exportados foram máquinas e aparelhos para terraplanagem (173,9%), suco de laranja (79,2%), laminados planos (44,8%), motores de veículos e partes (38,7%), autopeças (25,3%), polímeros plásticos (21,8%), pneumáticos (20,8%), bombas e compressores (10,5%) e óxidos e hidróxidos de alumínio (5,5%).
   Na análise dos mercados de destino, a Ásia (40%) foi quem teve maior expansão, com destaque para a China (57,5%), por conta de aumento nas vendas de minério de ferro, petróleo em bruto, celulose, siderúrgicos, couros e peles e carnes. A África (37,3%) teve o segundo maior crescimento com vendas de açúcar, trigo e milho em grão, carnes, óleo de soja em bruto e minério de ferro. No Mercosul (30,3%), as vendas para a Argentina tiveram aumento de 30,8%, com destaque para veículos automóveis e partes, máquinas e equipamentos, aparelhos eletroeletrônicos, energia elétrica, minério de ferro e aviões.
   Os principais países de destino das exportações, no acumulado bimestral foram: China (US$ 4 bilhões), Estados Unidos (US$ 3,4 bilhões), Argentina (US$ 3 bilhões), Países Baixos (US$ 1,7 bilhões) e Japão (US$ 1,3 bilhões).

Importações
   No primeiro bimestre de 2011, houve crescimento de todas as categorias de uso, na comparação com o mesmo período de 2010: combustíveis e lubrificantes (22,1%), bens de consumo (30,6%), matérias-primas e intermediários (15,5%) e bens de capital (23,6%).
   Na análise dos mercados de origem, cresceram as compras de todos os principais blocos econômicos, com exceção da África (-8,2%). Nas Europa Oriental (62,1%), o crescimento se explica pelas aquisições de adubos e fertilizantes, carvão e nafta para petroquímica. No Oriente Médio (61,3%), houve compras de petróleo, adubos e fertilizantes e plásticos e obras. Em relação aos Estados Unidos (27,4%), os principais gastos foram com aumentos de máquinas e equipamentos, óleo diesel, carvão, químicos orgânicos, aparelhos eletroeletrônicos, plásticos e obras, instrumentos de ótica e precisão e aeronaves e peças.
   Os principais países de origem das importações foram: China (US$ 4,7 bilhões), Estados Unidos (US$ 4,6 bilhões), Argentina (US$ 2,4 bilhões), Alemanha (US$ 2 bilhões) e Coréia do Sul (US$ 1,4 bilhões).
Fonte: MDIC

17 de fevereiro de 2011

GOVERNO REDUZ IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE MAIS DE 400 ITENS

   O governo federal reduziu para 2% a alíquota do imposto de importação para 408 tipos de bens de capital e 9 itens de informática e telecomunicações. A relação dos produtos foi publicada hoje no Diário Oficial da União por meio de resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Os itens foram incluídos na lista de ex-tarifários, que permite a redução temporária de tarifas para aquisição no exterior de bens de capital, informática e telecomunicação que não têm produção nacional. A redução de tarifas ocorre depois da análise pelo governo dos projetos de investimentos apresentados pela iniciativa privada.
   Segundo o ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), os investimentos previstos nos projetos beneficiados com a queda do imposto de importação somam US$ 2,132 bilhões. Os maiores investimentos ocorreram nos setores automotivo, gráfico e de bens de capital. As importações dos produtos devem chegar a US$ 767,8 milhões. A redução do tributo vale até 30 de junho de 2012.
  O governo entende que o ex-tarifário estimula os investimentos ao baratear a compra de máquinas e equipamentos sem similar nacional. O mecanismo é usado pelo ministério do Desenvolvimento desde 2003. Os projetos beneficiados com as resoluções de hoje da Camex incluem, por exemplo, investimentos para expansão e modernização de fábrica de motores para veículos; implantação de uma fábrica de automóveis, aumento na capacidade de produção de tampas de latas de alumínio e fabricação de artefatos de concreto para a indústria da construção civil.
Fonte: Agência Estado

SUPERÁVIT NA BALANÇA COMERCIAL DE QUATRO REGIÕES BRASILEIRAS EM JANEIRO

   O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou quarta-feira (16/2), informações referentes à balança comercial dos estados e do Distrito Federal, e também de 1.778 municípios brasileiros que efetuaram operações com o mercado externo em janeiro de 2011 (21 dias úteis). No período, todas as regiões tiveram saldo positivo – Sudeste (US$ 557 milhões), Norte (US$ 290 milhões), Centro-Oeste (US$ 227 milhões) e Nordeste (US$ 14 milhões) – com exceção da Região Sul, que registrou déficit de US$ 831 milhões na balança comercial. No levantamento por regiões, as exportações da Região Norte foram as que mais cresceram no comparativo entre o mês janeiro de 2011 e o de 2010, com expansão de 70,24%. As vendas nortistas ao exterior passaram de US$ 764 milhões, em janeiro de 2010, para US$ 1,302 bilhão, neste ano. Os embarques da região corresponderam a 6,77% do total mensal exportado pelo país (US$ 15,214 bilhões).
   Em valores absolutos, a Região Sudeste foi a que mais exportou, US$ 8,893 bilhões, com alta de 38,49% sobre as vendas de 2010 e com participação de 56,80% sobre o total vendido pelo país em janeiro deste ano. As vendas externas da Região Centro-Oeste tiveram aumento de 57,16%, fechando o mês em US$ 1,098 bilhões. Os embarques desta região representaram 6,19% das exportações brasileiras. Considerando o mesmo o período comparativo, o Sul registrou aumento de 27,62% nas exportações realizadas em janeiro de 2011 (US$ 2,514 bilhões), com participação de 17,43%. A Região Nordeste foi a única que teve queda nas vendas ao mercado externo, com retração de 5,28%. O mercado nordestino exportou US$ 1,232 bilhão, o que representou 11,51% do total vendido no mês. Quanto às importações, o Norte foi também o que registrou a maior expansão em comparação janeiro de 2010 (41,24%), com compras no valor de US$ 1,011 bilhão. Em seguida, aparece a Região Sul, com aumento de 34,78% e aquisições no valor de US$ 3,345 bilhões. A Região Sudeste teve alta de 27,3% nas importações e somou US$ 8,335 bilhões em compras. Já o Centro-Oeste comprou US$ 871 milhões, com aumento de 26,78% em relação ao primeiro mês de 2010. No Nordeste (US$ 1,217 bilhão), o crescimento foi de 16,6%.

Estados   Em relação aos estados, São Paulo (US$ 3,327 bilhões) foi o que mais exportou em janeiro de 2011, acompanhado por Minas Gerais (US$ 2,731 bilhões) e Rio de Janeiro (US$ 1,713 bilhão). Em seguida, aparecem Pará (US$ 1,137 bilhões) e Rio Grande do Sul (US$ 1,122 bilhão). Na comparação com janeiro de 2010, todos os estados brasileiros tiveram variação positiva, com exceção de Piauí (-47,46%), Bahia (-25,7%), Pernambuco (-18,27%) Tocantins (-18,16%) e Rio Grande do Norte (-10,49%).
   Nas importações, São Paulo (US$ 5,647 bilhões) foi o estado que mais fez compras no estrangeiro no mês, seguido de Paraná (US$ 1,283 bilhão), Rio de Janeiro (US$ 1,097 bilhão), Santa Catarina (US$ 1,040 bilhão) e Rio Grande do Sul (US$ 1,021 bilhão). Os estados que apresentaram variação negativa para as importações no comparativo com janeiro do ano passado foram Rio Grande do Norte (-76,95%), Piauí (-37,65%), Amapá (-35,24%) e Tocantins (-7,67%).
   Quanto ao saldo da balança comercial por estado, os maiores superávits foram registrados por Minas Gerais (US$ 1,847 bilhão), Pará (US$ 1,027 bilhão), Rio de Janeiro (US$ 615 milhões), Espírito Santo (US$ 413 milhões) e Mato Grosso (US$ 381 milhões). Os estados mais deficitários foram São Paulo (US$ 2,319 bilhões), Amazonas (US$ 792 milhões), Santa Catarina (US$ 513 milhões), Paraná (US$ 418 milhões) e Mato Grosso do Sul (US$ 123 milhão).
Fonte: MDIC

1 de fevereiro de 2011

BALANÇA COMERCIAL DE JANEIRO MOSTRA SUPERÁVIT

   O primeiro mês de 2011 registrou saldo positivo de US$ 424 milhões na balança comercial brasileira, com média diária de US$ 20,2 milhões. Nos 21 dias úteis do período, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) foi de US$ 30,006 bilhões, com média de US$ 1,428 bilhão por dia útil. Neste resultado, houve crescimento de 25,4% em relação à média de janeiro do ano passado (US$ 1,139 bilhão) e retração de 9,9% na comparação com dezembro último (média de US$ 1,585 bilhão).  As exportações em janeiro foram de US$ 15,215 bilhões, com média diária de US$ 724,5 milhões. Por este comparativo, o valor é 28,2% superior à média de US$ 565,3 milhões do mês de janeiro de 2010 e 20,3% menor que a de dezembro passado (US$ 909,5 milhões).
   No acumulado mensal, as importações chegaram a US$ 14,791 bilhões, com um resultado médio diário de US$ 704,3 milhões. A média é 22,7% maior a de janeiro do ano passado (US$ 574,1 milhões) e está 4,2% acima do resultado médio de dezembro de 2010 (US$ 676,1 milhões). Na quarta semana de janeiro, com cinco dias úteis (24 a 30), as exportações foram de US$ 3,632 bilhões (média diária de US$ 726,4 milhões) e as importações de US$ 3,654 bilhões (média de US$ 730,8 milhões). Houve, portanto, déficit de US$ 22 milhões e média diária negativa de US$ 4,4 milhões por dia útil. A corrente de comércio na quarta semana foi de US$ 7,286 bilhões, com média de US$ 1,457 bilhão.  A quinta semana do mês, com apenas um dia útil (31), teve déficit de US$ 244 milhões, com exportações de US$ 647 milhões, importações de US$ 891 milhões e corrente de comércio de US$ 1,538 bilhão.
   Hoje (terça-feira), às 15h30, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulga nota completa sobre o resultado mensal e, no mesmo horário, o secretário-executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, concede entrevista coletiva no auditório do Ministério para comentar os números.
Fonte: MDIC